quinta-feira, 15 de maio de 2014

Abajur "oriental" — montando

Como mencionei na conclusao da postagem anterior, sobre uma mesinha de canto, ficou-me a nitida sensacao fazia falta colocar um abajur sobre ela. Certamente, um excelente pretexto para mais um projeto, hehe...

Pesquisando a Teia quanto a designs, para variar o que mais me bateu no gosto foram alguns modelos orientais. Gato escaldado por experiencias anteriores, nao me deixei iludir pela leveza e simplicidade dos modelos que vi: parece simples, parece facil, mas sei muito bem que e' complicadissimo tentar reproduzir aquelas pecas, demandando nao apenas tecnicas muito acima do meu teto, como apetrechos que simplesmente nao existem por aqui. De qualquer modo a inspiracao ficou como base enquanto eu ia, com a ajuda e os conselhos do sr. Travesseiro, imaginando o que e como conseguiria fazer, de preferencia utilizando os retalhos de boa madeira que sobraram da construcao da mesinha. Uns dias de funcionamento do separador de orelhas com o projeto fermentando la entre o 16° e o 73° plano e — plim! Um esboco de ideia para ir-se desenvolvendo com a propria construcao da coisa.

Alguns rabiscos, e tudo, e tal, e tracei em um programa de desenho no computador o contorno das primeiras pecas...

Para facilitar o entendimento do preparo das pecas, melhor iniciar com uma imagem de como ficou o abajur, praticamente montado:

Tendo obtido o desenho das pernas no computador, imprimi em papel que recortei e colei em alguns retalhos de imbuia, e entao serrei — na diagonal dos veios, e' verdade, mas foi como deu para conseguir aproveitar — na serra fita.

A seguir cortei oito sarrafinhos em maracatiara com seccao quadrada e entao cortei um chanfro de 45° em um dos lados de cada sarrafinho, a ideia sendo colar esses chanfros e obter quatro 'molduras' em esquadro.



Os cortes dos bizeis foram bem faceis, na minha mini-serra de bancada. A colagem dos sarrafinhos, dois a dois, para formar as 'molduras', nem tanto. Haja grampos... (Clique nas imagens para aumenta-las.)




Com as molduras coladas, a proxima etapa foi utilizar a tupia de mesa para fresar na face interior das pernas uns rasgos longitudinais em "V" de exatos 90°, onde encaixar os vertices das molduras.


A proxima etapa foi cortar outros sarrafinhos de maracatiara para conectar as molduras e — utilizando as finas laminas que haviam-se descolado na minha primeira tentiva de curva-las, como mencionado na postagem anterior — cortar uma chapinhas para formar as laterais do 'miolo' do abajur. Uma tabuinha (de pinho) dimensionada para se encaixar na base do miolo, na qual foi fixado um soquete para a lampada e passado o fio eletrico, e tudo pronto para a primeira colagem, montando o miolo...



O miolo montado e seca a cola, hora de fixar o miolo nos rasgos abertos nas pernas...


Apos a cola curar, e antes de remover os grampos, por seguranca eu resolvi aplicar uns parafusos para garantir uma fixacao melhor das pernas com o miolo (afinal, e' certo que esse abajur vai cair no chao varias e varias vezes, nao e' mesmo?).

E chegamos nisso:





























Que e' onde estamos...

sábado, 10 de maio de 2014

Mesa com curva — acabada

Empreguei meu acabamento habitual de uma demao de oleo de tungue, uma meia duzia de maos de goma-laca e por fim cera. Nao cabe muito papo, e' so a coisa terminada mesmo.

Entao, e' clicar nas imagens, abrir a pagina com as imagens em maior resolucao e espiar tanto quanto queira...







So ficou faltando o abajur.

Mas esta nos planos, hehehe...


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Mesa com curva — deslanchando

Tendo finalmente conseguido obter a laminacao curva — a peca-chave para dimensionar o movel — foi relativamente rapido dimensionar as saias e cortar-lhes as espigas conforme as furas ja abertas nos pes.

 Com as pecas e encaixes ja devidamente dimensionados e cortados, hora da colagem...

Nunca antes tendo feito uma mesa tripe e sem tensor entre os pes, eu ignorava a serie de detalhes a reparar e cuidados necessarios no sentido de manter as geometrias  do movel quando submetido `as pressoes aplicadas durante a colagem. Felizmente ocorreu-me realizar uma serie de montagens secas — na verdade mais preocupado em ver de que forma eu poderia aplicar pressao efetiva nas emendas do que propriamente com a geometria da estrutura — e nisso pude verificar os inumeros problemas de torsoes e distorcoes que pressao excessiva ou insuficiente aplicada aqui ou ali pode causar.


















Entao, fundamentando com um nivel as medidas das linhas de base e conferindo tudo com esquadro, acabei armando esse negocio estranho que se pode ver na foto `a esquerda para finalmente executar a colagem.

Estranho, sem duvida. Mas funcionou, hehe. Quatro horas naquela camera de torturas, removi os grampos e retirei a base da mesinha. Estava pronta e certinha...


Enquanto a colagem da base curava naquele objeto ridiculo, fui-me ocupar com o tampo.

Ha algum tempo eu havia conseguido uma prancha de imbuia de 5x50x210cm, e pareceu-me seria uma boa escolha para fazer um tampo inteirico para a mesinha. Tirei as medidas e, de fato, com 80cm de comprimento a prancha serviu como uma luva para a finalidade. Como minhas plainas motorizadas admitem no maximo 30cm de largura e como a velha prancha apresentava praticamente todos os tipos de deformidades que o tempo costuma imprimir, surgiu a questao: como aparelhar a prancha? Simples: na mao!

Eu ja havia aparelhado algumas madeiras brutas com plainas manuais, mas nunca algo nessas dimensoes.

Mas... faz parte, nao faz? Entao, maos `a obra.

Deu um imenso suador a cada sessao de plainagem, nao tem duvidas. Mas convenhamos, sao muitas decadas. E pouca forma, tambem e' verdade. Cansativo, sim, algo demorado, mas nao exatamente dificil corrigir as distorcoes e obter superficies planas e paralelas. Nao. Lisas nao. Imbuia, com seus veios torcidos para todos os lados e nao raro invertidos, arrepia por qualquer coisinha, e' notoriamente um osso duro para se chegar a um acabamento liso com plainas. A ideia, ate por experiencias anteriores com essa essencia, era chegar a um aparelhamento suficientemente retilineo, dimensionar o tampo e so depois partir para o acabamento final. Com lixadeiras.

Montanhas de maravalha (como imagino possa se ver nas fotos que, como sempre, clicadas abrem-se em uma pagina com maior resolucao) e litros de suor depois, considerei a prancha suficientemente aparelhada para poder dimensiona-la. Utilizando a base ja seca como referencia, marquei com lapis os angulos na prancha e, usando o graminho da serra de mesa com a ajuda de par de grampos para estabilizar, serrei a coisa:




Bueno, montada a base e dimensionado o tampo, hora de iniciar os acabamentos. A base foi toda lixada com grana 240 e recebeu uma demao de oleo de tungue. Confesso fiquei surpreso, agradavelmente surpreso, quando constatei que apos o banho de oleo a cor da maracatiara e a do eucalipto-rosa casaram-se como se feitas uma para a outra.

Comecei a dar uma plainada mais fininha no tampo para facilitar o lixamento e... mais uma surpresa, agradavel: o padrao de cores e fibras da madeira surgiu extremamente chamativo. Vendo aquela beleza ocorreu-me utilizar — ao inves dos recortes e chanfros com a tupia e do acabamento que tinha imaginado, um polimento frances — uma tecnica que so conhecia de ter lido, e que costumava ser utilizada nos seculos XVI e XVII. Essencialmente, deixar o acabamento do tampo bem rustico, com nitidas e fundas marcas de plaina e sem reparar os arrepios. Por que? Acesso agudo de puro mau gosto? Medo panico das lixadeiras?

Tudo bem, detesto lixar, gosto e' gosto, e nao tenho pretensoes o meu seja qualquer tipo de padrao. Mas a ideia e' que o tampo assim, ao inves de chamar a atencao para o design, chama a atencao e' para a madeira. E ela merece...

(O brilho da prancha nas imagens abaixo e' por estar ensopada em oleo.)



Depois de removido o excesso e o oleo curando, optei por fixar o tampo `a base utilizando cavilhas, tarugos. Girei no torno os tarugos utilizando um resto de maracatiara, fiz os furos na base dos pes e colei. Utilizando os proprios tarugos como referencia ao colocar a base sobre o tampo invertido, marquei e fiz os furos no tampo.


Falta agora terminar o acabamento e montar a encrenca. A ver, qualquer bathora dessas.

domingo, 4 de maio de 2014

Mesa com curva — patinando

Os tres pes, no torno
As pranchas para as saias retas, curando o epoxi
Enquanto aguardava a colagem da laminacao curar, decidi ganhar tempo — o que, como veremos, se revelou um esforco ridiculo ja que tempo foi jus... mas estou-me antecipando — como disse, decidi ganhar tempo aparelhando e enchendo com epoxi diluido em alcool (para ficasse mais fluido e penetrasse melhor) as falhas nas pranchas de maracatiara para as porcoes retas da saia da mesa, e torneando os pes. Os pes foram cortados de alguns 5x5 de eucalipto que haviam sobrado da reforma do meu telhado, devidamente retificados e aparelhados. Entao, para fazer uma graca, em dois lados adjacentes de cada pe fiz um rasgo utilizando o dado set e colei nos rasgos umas tirinhas de maracatiara; e entao levei as tres pecas para o torno.

Apos 24 horas nos grampos, constatei o epoxi nao havia sequer endurecido; permanecia nao liquido, mas borrachento. Esperei 48 horas e, a situacao nao se alterando, removi os grampos. Como eu temia, as laminas se separaram: a colagem havia falhado completamente, me levando `a constatacao obvia o epoxi deveria estar vencido.

Para evitar descartar as belas laminas de maracatiara, resolvi remover o epoxi molenga que havia restado raspando com espatula tudo o que pude, e apos lavei bem as taboinhas com thinner, esfregando bem, e deixei secar por 12 horas. Aparentemente, nem sinal de residuos de epoxi.

Assim, resolvi refazer a colagem utilizando epoxi novo. Reaplicada a cola, recolocada a laminacao na forma e reapertados os grampos, em 24 horas o epoxi estava duro e seco. Por via das duvidas aguardei fechar 48 horas e removi os grampos.





Como esperado e como imagino possa ser visto na foto `a esquerda (como sempre, clicar nas imagens abre versoes em maior resolucao), ao ser removida a compressao a laminacao livre apresentou um pequeno 'rebote', a curva cedendo uma pequena percentagem.


Mas o fato e' a laminacao estava com sua curvatura definitiva, resistindo bem a compressoes sem deformar.





Dispondo entao da laminacao, a peca-chave, utilizando como gabarito um esquadro feito com duas pranchas de madeira e um pedaco de compensado fino como 'tela', desenhei em escala 1:1 o posicionamento dos pes e da curvatura da saia anterior da mesa para fazer as marcacoes das posicoes e angulos para cortar as furas nos pes e as espigas nas saias, e para tracar a curvatura para o tampo.
Sucesso!
Ou... sera?

No dia seguinte, animado, para dimensionar a laminacao curva conforme o gabarito tracado fui serra-la. No entanto...

... constatei que durante a noite a colagem havia cedido em uma area da laminacao — o espaco situado entre as duas setas vermelhas nessa imagem ahi `a direita. Um exame mais detalhado, como se ve nas fotos abaixo, mostrou um abaulamento da area afetada, como se evidencia pela diferenca entre as larguras apontadas entre as linhas brancas e as linhas verdes, e claros descolamentos, sinais indiscutiveis a colagem havia falhado em alguns pontos.


De todo modo, imaginando o problema fosse algo pontual, resolvi tocar em frente e serrar a laminacao na dimensao determinada pelo gabarito. Coincidentemente, o corte da serra passou exatamente no limite da area afetada. E foi passar a serra e... Ploing! Aquela ponta da laminacao se abriu em tres, as duas laminas mais externas separando-se  e voltando quase a uma reta, enquanto as duas laminas mais internas permaneceram coladas e curvas. Imediatamente pensei em aplicar cola e recolocar a coisa de volta na forma. Mas ahi pensei melhor e resolvi fazer um teste, e dei uma forcada nas laminas ja abertas... Plec! Plec! E descolaram totalmente. Procurei minuciosamente, e encontrei uma falhazinha aberta nas duas laminas que haviam permanecido coladas. Consegui enfiar uma espatula, dei uma forcadinha e... Batata! Separaram-se tambem.

Fracasso!

Fazer o que? Recomecar tudo, ne?...

Aproveitando no miolo as laminas de pinho que eu ja havia serrado, refiz a laminacao e tornei a prensa-la na forma com grampos. Dessa vez no entanto, ja mais familiarizado com o processo (lamentavel, essa familiaridade, hehe) resolvi empregar cola PVA.
















48 horas depois, tinha dado tudo certo. A nova laminacao nao teve quaisquer problemas de colagem, a curvatura ficou identica `a da anterior, e pude dimensiona-la e cortar-lhe as espigas seguindo o gabarito sem sobressaltos.

A seguir, utilizando medidas derivadas das marcacoes no gabarito desenhado no compensado e das espigas, marquei e cortei as furas nos pes, utilizando um bedame e seguindo a tecnica ensinada por Mr. Paul Sellers. Alguns ajustes nas emendas com formoes, plainas block e shoulder, e — finalmente! — consegui chegar na primeira montagem seca.

Que e' onde — depois de quase duas semanas!, acredite quem quiser — estamos...


sábado, 26 de abril de 2014

Mesa com curva — iniciando


Aproveitando o embalo das madeiras novas para mim e de tecnicas que so conhecia de ter visto mas que nunca executei, e pensando ocupar um espaco na sala, resolvi tentar executar uma mesa de canto com frente curva, fazendo a saia curva pela tecnica de colagem de laminas. Algo mais ou menos na linha do design desse exemplar na imagem `a direita.

A parte mais critica da construcao, evidentemente, e' exatamente a saia curva. Lendo/vendo sobre tecnicas construtivas, a primeira coisa que me chamou a atencao foi o fato de que quando se remove a laminacao da prensagem ha um 'rebote', as pranchas sofrem uma pequena percentagem de retificacao em relacao `a curvatura em que estavam na forma. Na pratica, tanto quanto pude ver, como determinar quanto de retificacao representara tal rebote — que sera diferente para cada tipo de madeira, espessura das laminas, etc. — e' essencialmente um processo de tentativa e erro.

O outro fator a que atentei foi que, no projeto que me propunha, aplicar uma curvatura de 1/4 de circulo ao tampo da mesa resultaria uma curva muito 'fechada'. Pareceu-se seria melhor aplainar um pouco a curva, ampliar-lhe um pouco o raio...

Assim, resolvi que iria iniciar a construcao da mesa justamente por essa peca chave, a saia curva. Na minha ideia a mesa tera ~50cm nos lados; resolvi entao experimentar fazer uma forma para um segmento de circulo com raio de 60cm, moldar a saia curva, ver quanto de rebote ocorrera e testar na pratica se ficara bom ou nao.

Dei partida ao processo entao construindo, com sobras de compensado, a forma onde curvar as madeiras — chupada de um design de Mr. Norm Abram, hehe — e depois serrando duas pranchas de onde desdobrar as laminas, uma em pinho, a outra em maracatiara.


Na imagem `a esquerda pode-se ver o resultado dessa primeira etapa: a seta vermelha aponta a forma, a seta branca as pranchas de maracatiara e pinho, e a seta verde a serra ripadora (24 dentes) de kerf fino para desdobrar as laminas. (A seta amarela aponta um jig para facilitar a marcacao de cortes para caudas-de-andorinha, chupado desse video de Mr. David Barron, e que entrou de gaiato na foto, hehe.)







O passo seguinte foi aplainar, no desempeno e no desengrosso, as pranchas e efetuar os cortes para desdobrar as laminas. Os cortes foram feitos em duas passadas, por seguranca e porque a altura maxima da lamina e' menor do que a largura das pranchas. Tambem por seguranca, as laminas foram cortadas por fora da lamina da serra, utilizando um jig para garantir sempre a mesma espessura nos cortes, como se ve na imagem `a direita.

As laminas foram entao levadas `a plaina desengrossadeira para aplainar as irregularidades e marcas de serra e obter-se assim uma superficie ideal para a colagem.

Selecionando a ordem de colagem para as laminas constatei que havia sido um desperdicio ter fatiado a prancha de pinho: as laminas de maracatiara eram mais do que suficientes para a espessura da saia que eu desejava. Mas enfim, o que abunda nao atrapalha...

Aplainadas as laminas, foi aplicar-lhes cola e verga-las na forma.



Utilizei cola epoxi bicomponente de secagem lenta para nao ter de sobrecarregar minhas coronarias em uma luta contra o relogio, especialmente empregando uma tecnica com a qual nao tinha a menor familiaridade. Uma vez a cola aplicada, fixei uma extremidade da laminacao na forma com um sargento e, seguindo mais uma vez o metodo apresentado por Mr. Norm Abram em um episodio de seu show The New Yankee Workshop, utilizei um grampo de aperto rapido para vergar tanto quanto possivel a laminacao aplicando pressao na outra extremidade. A partir da extremidade fixa com o grampo fui progressivamente aplicando mais tres grampos para forcar bem a curvatura da laminacao contra a forma.




Estando o sistema bem fixo, coloquei do lado inferior da forma mais tres grampos para realmente espremer a laminacao contra a forma.




Agora, aguardar pelo menos 24 horas antes de criar coragem de soltar os grampos e ver como a coisa vai ficar...






Quando estiver com a saia curva devidamente curada e rigida sera o caso de verificar se a curvatura ficou adequada e, se ficou, utilizar a laminacao como elemento-chave no dimensionamento dos demais componentes para a construcao da mesa.


O que, espero, veremos a seguir, aqui nesse batcanal...

domingo, 20 de abril de 2014

Aprender copiando... final

Com o velho Pedro surprendentemente cooperativo, foi possivel concluir a mesinha. O acabamento foi aplicado empregando minha tecnica predileta: oleo de tungue, depois goma-laca e por fim cera.

Detalhes do tampo e da fremte da gaveta
A gaveta foi deixada sem puxador por opcao (gosto e' gosto, nao se discute). O tampo de vidro para permitir sejam colocados utensilhos quentes (e' uma mesa auxiliar, boa para servir cafe) sem danificar o acabamento e para permitir se enxergue o interior da gaveta. Ate por isso a gaveta foi feita inteiramente de maracatiara e totalmente acabada, interior e exterior.

Detalhes da lateral, e da gaveta aberta
Vista de topo, com a gaveta aberta


Construir a mesinha foi um excelente aprendizado, apresentando multiplos desafios, inumeras tecnicas que eu nunca tinha executado, evidentemente um montao de erros para serem contornados ou, quando possivel, corrigidos. Praticamente cada passo foi uma novidade e varios tiveram de ser repetidos; o que se traduziu em um loongo tempo de execucao, por um lado, e excelente divertimento, por outro, hehe.

E o resultado por certo nao me desagradou...