quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Moldando os avulsos

Aproveitando a manha (porque `a tarde o Pedro liga o forno) dei inicio `a primeira fase da modelagem da cadeira. Iniciei pelas pecas que necessitam ou sao mais faceis de ser moldadas avulsas, desconectadas. A ideia sendo aproveitar para fazer um ataque "grosso" nas areas distantes das superficies de encaixe — que, por seguranca e medo do irremediavel, nas areas de encaixe e' melhor so lidar com as emendas firmemente posicionadas. O que significa modelagem grossa no assento, no encosto e nos bracos.

Produzindo com sempre assombrosas quantidades de poeira (como imagino se possa ver nas fotos abaixo, ampliaveis com um clique),

   

as primeiras (e fundas!) erosoes foram aplicadas nas pecas utilizando fundamentalmente discos flap de 7 e 4.5 polegadas montados em lixadeiras, alem de alguns recortes com serra fita...

Embora ainda certamente uma pequenissima fracao do total da moldagem necessaria para finalizar o movel, ja se tornou bem nitida a tendencia em direcao `a obra acabada, penso eu. Vejam voces...




Agora, quando refrescar, ir devagarinho atacando as outras areas com a cadeira em montagem seca, o que deve consumir um tempo bem mais prolongado, dado a necessaria delicadeza do "ataque".

Eu... estou-me divertido. Espero que voces tambem.

.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Montagem seca, afinal

Continuando a fase de construcao e adaptacao das pecas da cadeira, fiz cortes de modelagem nas pernas dianteiras e cortei e posicionei o encosto...


A seguir foi cortar, modelar e colar os bracos. Depois de secos ajustar as emendas com as pernas traseiras, furar os encaixes de tarugos para a juncao dos bracos com as pernas dianteiras e...

Com todas as pecas cortadas e ajustadas, chega-se `a primeira montagem seca da cadeira completa:



Vem agora a fase de modelar (ou esculpir) o movel, as pecas isoladamente primeiro, depois encaixadas, depois a montagem com cola e entao a moldagem fina final antes de iniciar-se o acabamento. Imensa quantidade de poeira sera produzida com certeza e a coisa, necessariamente tendo de ser feita com toda a calma, vai demorar umas semanas, imagino.

Espero nao cometer erros irreversiveis.
Vamos ver...

.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Indo pros finalmentes...

Utilizando o prototipo que construi como base de modelagem, fui desenvolvendo padroes para as pecas de uma cadeira de encosto baixo no estilo de Sam Maloof. Ahi, consegui umas raras pranchas de 6cm de cedro gaucho, e resolvi partir para construir uma dessas.


O primeiro dia para, seguindo mais ou menos os passos demonstrados na construcao do prototipo, com algumas modificacoes derivadas de adaptar as coisas a um melhor uso das minhas ferramentas, cortar e colar o assento.

No segundo dia, cortar os soquetes no assento ja colado (uma das tais modificacoes) utilizando apenas tupia, de mao e de mesa, para todos os cortes de encaixe (outra), e cortar e fazer os cortes de encaixe nas pernas da frente.

Hoje, cortar (na serra de fita), modelar e fazer os cortes de encaixe (tupia de mesa) nas pernas de tras. Ja foi possivel uma montagem seca basica, e pode-se ir tirando uma temperatura da coisa...



Amanha e no fim de semana nao vai dar para fazer nada. So ficar pensando, pensando, hehehe...

domingo, 1 de janeiro de 2012

Pausa para imaginar

O implicante Pedro decidiu inaugurar 2012 no portinho com uma versao so um tiquinho mais mansa — mas se menos intensa, bem mais prolongada — da chuvarada de ontem. Com a bravura dos descompromissados, estava ainda escuro quando retornei ao prototipo da cadeira...

Estando a colagem do braco bem seca, foi questao de fixa-lo em posicao com grampos rapidos, e tracar a segunda curva, a de cima para baixo:


Ahi, foi levar para a serra fita, recortar o braco, e testar para ver como ficou...
(Lembrando que, como sempre, clicar em uma imagem abrira uma versao com maior resolucao.)





E entao ta. Fundamentalmente, era isso.

Obviamente, para completar a cadeira faltam ainda a perna traseira e o braco do lado esquerdo, o apoio para as costas e, principalmente, moldar (ou esculpir como gostam os mais refinados) o movel. Mas isso sera para quando for fazer uma cadeira. O prototipo... para aqui.

A ideia era obter marcacoes e medidas para poder desenhar os moldes, os padroes dos quais poder cortar as pecas para a cadeira, com possibilidade de avaliar variacoes de design — e para isso o prototipo como esta e' perfeito.

O processo certamente foi altamente instrutivo em uma serie de etapas, o que representa uma enorme facilitacao para quando chegar o momento de tentar construir uma cadeira completa. Alem do que o prototipo ficara como base de testes, permanentemente disponivel para experimentacoes.

Um conservacionista tera certa razao em alegar desperdicio de materia-prima. De fato, para a construcao desses moldes a partir de nao mais que ideias e imagens, produziu-se consideravel quantidade de 'sucata':

Os restos





De duas pranchas de pinus de 5x30x275cm resultou, alem do prototipo propriamente, isso tudo que esta em cima da bancada, na foto ao lado, e um resto intocado de prancha com pouco mais de 2 metros.

Mas (infelizmente, e' verdade, mas quem ganha limao tem mais e' que fazer limonada, hehe)  pinus e' abundante e facilmente renovavel. E barato. As duas tabuas custaram pouco mais de R$50, o conjunto de moldes impressos mais barato que encontrei via Teia nA Matriz teria custado pouco mais de U$50, mais frete e talvez impostos.

Nao me pareceu um mau negocio e, como aprendizado, nao tem preco...



Agora, e' fazer as devidas correcoes aqui e ali, e fazer moldes para uma versao 'sentavel' da cadeira, em madeira boa. Possivelmente vou vir incomodar meus seis fieis leitores com relatos, hehehe...

sábado, 31 de dezembro de 2011

De braco com a chuva

O velho Pedro, sempre implicante, resolveu premiar seu apadrinhados e, manhazita, despejou aqui no portinho cinza-chumbo, ventos e muita agua. Como nao sou feito de acucar, hehe, encarei os elementos e fui continuar as furungacoes no prototipo da cadeira estilo Sam Maloof...






A primeira coisa, claro, conformar a perna traseira. Com giz e lapis, baseado em imagens e algumas medidas que pude obter em minhas pesquisas, utilizando o dado ja cortado como referencia tracei os contornos da perna traseira direita na tabua. E entao para a serra de fita.


Ao ver a perna ja cortada reparei que, sem querer, havia obtido um excelente exemplo da vantagem — nao! da vantagem nao, da necessidade — de se utilizar padroes para cortar as pernas de cadeiras. Reparem que os veios, justamente na curvatura onde se exercera a maior forca, ficaram curtos, com um angulo francamente propenso a cisalhamento, resultando uma perna muito, muito fragil, propensa a quebrar-se ali por qualquer coisinha. Dispondo do padrao, no entanto, obviamente seria facil dispor a posicao do corte para obter-se veios longos na curvatura (e tambem, obviamente, evitar nos), como demonstrado pelas linhas que adicionei na imagem ahi abaixo.




A seguir, claro, tornei a encaixar a perna recem cortada de volta no assento, para ter uma visao da coisa.







Pude perceber que algumas modificacoes serao necessarias quando tracar o molde definitivo, como espessar mais um pouco a perna abaixo do assento e na porcao do encosto, alem de aprofundar mais a curva da transicao entre o assento e o braco. Mas, tendo as juncoes posicionadas, era hora de partir para o braco.

Como imagino possa-se notar claramente na foto acima, da perna traseira para a dianteira o braco sera composto de DUAS curvaturas, uma de baixo para cima, outra de dentro para fora. (Acho o metodo que vou apresentar de determinar essas curvaturas muito, muito maneiro, se nao genial. Mas nao fui eu que inventou, nao; os merecidissimos elogios devem ir mesmo para o genial Sam Maloof.)

Tendo aplicado uns parafusos nas emendas para firma-las bem nas suas posicoes, coloquei uma tabua apoiada na perna dianteira, levei-a ate encostar por fora na juncao na perna traseira e, clampeando tudo em posicao, risquei o exato angulo da juncao na tabua, como imagino possa ser visto na porcao salientada com o circulo vermelho na foto ao lado.

Na serra de mesa ripei a tabua para a altura e transferi esse angulo medido para o miter da mesa e cortei a tabua com aquela exata angulacao. Entao, com primeiro angulo do braco ja cortado, tornei a apoia-lo na perna dianteira e o atravessei para que fizesse contato com o suporte na perna traseira. Naturalmente, ficou uma fresta em cunha entre o braco e o suporte como imagino possa se ver na foto.



Risquei esse angulo da cunha no braco e o transferi para a inclinacao da lamina da serra de mesa.



Assim, com a serra inclinada e a peca angulada conforme a setagem do miter, em uma passada se obtem  o angulo composto necessario para a perfeita adaptacao do braco ao suporte da perna traseira enquanto apoiado no suporte da perna dianteira.


O braco em perfeito contato com o apoio na perna traseira,
e bem alinhado com a perna dianteira, em uma reta
Agora, para transformar essa linha reta do braco desde a perna traseira ate a dianteira em uma curva, a primeira etapa e' tracar essa curva na madeira do braco.




Ahi leva-se a peca para a serra de fita. O detalhe e' que a porcao removida e' levada para o outro lado da tabua e colada ali, o que produz nao apenas o espessamento do braco, mas compoe a primeira curva do braco, a curva de dentro para fora.

Na imagem ahi embaixo o braco nao esta ainda colado, apenas afixado com clamps para ilustrar. A cola, claro, precisa secar, logo, uma pausa se faz inescapavel.

Alem do que, `a noite, vai ter aquela enchecao de saco, foguetorio e barulheira que so serve para ouricar os caes. Tudo bem, na real nada contra, mas a verdade e' eu nunca gostei de comemorar datas, e ha decadas que nao comemoro mesmo.

Mas, para quem gosta, boas festas e votos de um ano repleto de saude — que tendo saude no resto a gente da jeito.

Ate 2012!


O braco formando uma curvatura entre a perna traseira e
a perna dianteira, e perfeitamente apoiado

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Mostrando as pernas

Remendando a cacaca



Aproveitando a fresca da manha, removi o assento da prensagem e tratei de dar acabamento no remendo. Ate que nao ficou muito ruim...


Com o assento colado e todos os soquetes cortados, hora de fazer as pernas. Sendo as dianteiras bem mais simples, comecei por elas, cortando umas ripas com cinco lados quadrados e, utilizando sempre linhas de corte marcadas com faca e roda, marquei e salientei os cortes dos dados, tirando a medida com paquimetro diretamente da espessura das espigas dos soquetes.

Pernas dianteiras com cortes dos dados marcados e salientados
Mais uma vez, a maioria da literatura a que tive acesso recomenda cortar os dados utilizando kerfing. Nao tendo achado o processo nenhuma maravilha, antes pelo contrario, fiquei com a impressao que o pessoal que escreve sobre essas cadeiras e' da turma mais das antigas, partidarios de tecnicas mais tradicionais, donde a preferencia pela serra de bancada. De todo modo, eu ja estava mesmo inclinado a utilizar a tupia de mesa para os cortes e, depois de setar devidamente a ferramenta, mandei bala utilizando o miter para estabilizar o angulo do corte e um retalho clampeado atras para evitar esfacelamento dos veios curtos na saida da fresa.

Cortando os dados na tupia de mesa
Como eu esperava, os cortes sairam bem mais limpos, mais rapidos e absolutamente precisos, com exata correspondencia entre ambas as pernas. Nao e' por nada que eu adoro tupias, hehehe...

Os dados cortados, com exata correspondencia entre os lados
Ahi, foi colocar a fresa de arredondar, novinha, na tupia, setar para expor sem ressalto na base todo o arco de corte do bit, testar em um retalho, aplicar nos vertices internos das pernas e ir testar o encaixe nos soquetes. Do lado do remendo ficou uma folguinha e, tudo bem, o pinus e' uma madeira bem maleavel, tem boa tolerancia para mais e para menos, nao se discute. Mas se o resultado nao ficou absolutamente perfeito, como eu nao esperava ficasse, acho que nao da para se queixar, ainda mais sendo o primeiro contato pratico com a emenda.








Bueno, tendo as pernas da frente devidamente posicionadas, hora de pensar nas pernas de tras.




A intencao aqui nao e' obter uma cadeira acabada, vejam bem. Essas cadeiras modeladas — ou esculpidas como preferem alguns — seja quando foram construidas pelo proprio Sam Maloof ou por qualquer de seus inumeros imitadores/copiadores, sao sempre feitas utilizando moldes, gabaritos, templates como eles chamam, para cortar as pecas. So que eu nao tenho esses moldes e embora haja alguns disponiveis `a venda na Teia, o preco sera tudo menos convidativo.

Por supuesto, eu poderia usar no computador um programa de 3D, tipo SketchUp, ou mesmo um programa vetorial de desenho, tipo Corel Draw, para criar esses moldes. Nao e' dificil, mas da trabalho. So que trabalho por trabalho, dificuldade por dificuldade, ao inves de usar o computador eu prefiro usar a 'oficina'. Muito mais interessante, eu acho, ir construindo o prototipo com pecas informes e ir desenvolvendo as formas na pratica, maquinas e ferramentas de marcenaria no lugar do computador, giz e lapis ao inves de mouse, hehehe... Sem falar na vantagem de familiarizacao com tecnicas, metodos e equipamentos, melhoria da destreza, e toda essa especie de coisas.

Esse papo todo, so para que voces nao estranhem (ou nao estranhem muito, hehe) a perna traseira que fiz para a cadeira...



Pois e'...

E agora, enquanto voces vao digerindo essa perna que desafia adjetivos, eu vou pensando na proxima etapa. Certamente a mais complicada de todas: a construcao do braco.

Vamos ver, espero, no que vai dar...

.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Enquanto ainda e' 2011

Aproveitando o clima, nas primeiras luzes me pus a marcar nas tabuas laterais do assento os recortes para os soquetes. Como fundamentalmente toda a cadeira vai depender desses encaixes, precisao e' preciso. Precisao nao so para dimensoes e angulos dos cortes, mas principalmente para que ambos os lados tenham exata correspondencia. Por isso, as marcacoes foram feitas todas com linhas de corte, utilizando uma faca ou uma roda e entao salientando as linhas com grafite. E, claro, estabanado como sou aproveitei para enfatizar com toda a nitidez o que iria ser cortado, porque na confusao nao e' incomum eu virar uma peca, me confundir e acabar cortando o lado errado, hehe.

As tabuas laterais do assento com as areas de corte para os soquetes nitidamente marcadas,
com o soquete traseiro do lado direito ja cortado
Como a maxima precisao possivel nos angulos e' importante, optei por fazer os cortes utilizando a serra de bancada empregando uma lamina de kerf grosso — e portanto bem rigida. Para os grandes cortes da parte de tras, utilizei um graminho com guia bem alta para os cortes longitudinais com a peca "em pe" e o mesmo graminho com guia normal para os cortes transversais, a peca "deitada". Para os cortes rasos da parte dianteira, utilizei um treno e fiz kerfing (sucessivos cortes lado a lado, na largura do kerf) — mas nao gostei muito, inclusive porque foi preciso "alisar" o fundo depois com uma plaina. (Provavelmente sera mais facil, mais preciso e mais bem acabado utilizando a tupia com um bit reto...)

Os dois lados cortados e, como se pode ver, perfeitamente correspondentes

Bueno, feitos os cortes, hora de cortar os soquetes usando a fresa de rabbet (novinha, hehehe) na tupia. Por parecer-me mais facil e mais preciso, optei por utilizar a tupia de mesa ao inves da de mao como, a julgar pela literatura a que tive acesso, e' a preferencia da maioria. Feitos uns cortes em umas sobras para "sentir" a fresa nova e para setar a altura do bit visando uma espiga mais ou menos igual `a metade da espessura da tabua, maos `a obra.

Os soquetes cortados, e o preco do aprendizado...

Obviamente no aprendizado de qualquer nova tecnica e' usual produzir-se erros. Como eu nao sou bruxo, nao escapei. Alem das inconveniencias inerentes a usar pinus, com as bordas do corte ficando ricas em felpas necessitando limpeza com um formao, pude ver que a aresta na saida da fresa tem imensa propensao a lascar ou quebrar-se — como foi o caso no pedaco salientado com o circulo vermelho na imagem acima. (E' de pensar se nao vale a pena clampear um retalho ali, para evitar o problema.) Em escala bem menor, e solucionavel com um pingo de cola, o mesmo problema pode ser visto na foto abaixo.

Esfacelamento, na saida da fresa, provavelmente evitavel com o uso
de um retalho clampeado
Bem mais feio, e bem mais grave, o problema de 'desgarro' ou, como chamei, o "problema do cafe". Tentando evitar se repetisse o problema acima, ao inves de colocar um retalho ali e prender com um clamp, o que provavelmente seria o jeito mais seguro de evitar o problema, quando fui cortar a tabua do outro lado resolvi inverter a direcao do corte. Ao inves de empurrar a madeira contra a direcao de giro da fresa como e' certo, fui tenteando despacito a favor do giro, o que e' errado mas `as vezes e' o jeito.

Estava nisso quando veio o grito da Escrava: "Patrao, o cafe ta pronto!"

A pequena distracao foi o que bastou para a fresa, com a forca de pouco mais de tres cavalos, por fracao de segundo "agarrar" a peca. O resultado da para ver la em cima na foto dos soquetes ja cortados, mas mostro outra vez, mais de perto para sublinhar a burrada:

A "distracaozinha"

Ainda bem que e' um prototipo de pinus, ou inescapavelmente teria de refazer a peca toda. Mas, depois de maldizer (pela undecima vez!) minha estupidez, resolvi foi conceder uma colher de cha para minha cronica preguica e optei por dar uma 'tapeada' e colocar um remendo ali:

Nao usando areia, e' verdade, mas a, mm, digamos, "manobra do gato"...
 
Deixei o remendo clampeado para secar a cola e fui fazer outras coisas. Mas enquanto fazia, ocorreu-me se fosse esperar para a cola secar suficientemente para poder recortar o remendo, iria perder o resto do dia.

Dai, ja que estava contaminado pela preguica mesmo, deixei secar a cola o suficiente para poder remover os clamps e — temerariamente, muito temerariamente, eu sei, e contrariando a maioria que prefere premoldar as tabuas soltas com a serra de fita mas eu, se for moldar o assento, vou ir mesmo e' de disco flap — resolvi partir para a colagem do assento e deixar para tratar do remendo amanha, no assento ja colado. (Vao para' cum essa rogacao de praga ahi?)

Embora a imensa maioria do que pude ler recomende utilizar Titebond III para colar o assento, pensando em evitar mais angustias resolvi colar mesmo com epoxi de cura lenta. Secagem em 24 horas e mais de 3 horas de tempo de manuseio, mais que suficiente para fazer tudo com toda a calma...

Como?

Se eu tenho Titebond III? Nao, nao tenho. Mas sao detalhes, hehe...

De todo modo, com umas adaptacoezinhas para nao compor o erro e arruinar o remendo na colagem, eis ahi o atual estado de coisas:


Claro, por hoje e' so.

Amanha vamos ver que jeito consigo dar no remendo, e... Pernas! Hora de comecar a pensar nas pernas.

.